segunda-feira, 18 de julho de 2016

Foi abrir a barriga da baleia e algo terrível acontece

Um funcionário de uma empresa baleeira, sofre um susto ao abrir a barriga de uma baleia! O gases acumulados em sua cavidade abdominal, produzem uma pressão extraodinária e causam uma explosão! Isso acontece pelo motivo da temperatura ser extremamente alta no interior de suas entranhas, causando a rápida decomposição de seus órgãos internos! 

Veja o vídeo impressionante 

Mulher fica com peixe preso próximo à barriga e Samu é acionado


Peixe ficou preso na região da barriga de turista em Itanhaém (Foto: Marcelo Araújo Tamada/Arquivo Pessoal)

Uma turista de São Paulo levou um susto na tarde desta sexta-feira (8) em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Ela mergulhava na praia do Centro, conhecida popularmente como ‘praião’, quando foi atingida pelos ferrões de um bagre. O peixe acabou ficando preso na barriga da vítima, que precisou ser submetida a uma microcirurgia.

De acordo com o socorrista técnico de enfermagem Marcelo Araujo Tamada, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado por volta das 16h e os profissionais ficaram surpresos com a imagem. “Avisaram que havia um objeto penetrado na barriga da banhista e, quando chegamos lá, vimos que era um peixe”, diz.

Ele explica que o peixe não foi retirado no local e que a vítima foi encaminhada até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Itanhaém. “Nosso protocolo é imobilizar e não retirar porque só o médico pode fazer isso. Levamos até à UPA e lá o médico cortou os ferrões. Em seguida, foi feita uma uma microcirurgia para retirar os ferrões”.

Apesar do susto, Tamada afirma que a banhista passa bem. “Ela estava estável, apenas com bastante dor no local, mas é algo normal porque acaba inflamando”.

Ferrões do bagre foram serrados na UPA de Itanhaém, SP (Foto: Marcelo Araújo Tamada / Arquivo Pessoal)

Ele afirma que essa é a primeira vez que a equipe se depara com uma situação desse tipo. “Geralmente a gente pega situações em que uma pessoa pisa em um peixe ou que acabam furando o dedo ao manusear, mas essa é a primeira vez que vemos um bagre espetar a barriga de alguém. É um fato inédito”, conclui.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Mulheres - Seduzidas pelo terror


Rodrigo Craveiro
Correio Braziliense


No inverno passado, Valerya (nome fictício), 13 anos, entrou em contato com um jihadista, por meio do site de relacionamentos russo VKontakte. “Ele começou a falar com fé, me enviou grande quantidade de material, mostrando quem é o seu Deus. Depois, convidou-me a viajar à Síria e me enviou um bilhete aéreo”, contou ao Correio.

Foi salva pelo namorado de ser recrutada pelo Estado Islâmico (EI). “Ele descobriu, contou aos meus pais e eles tomaram providências”, acrescentou a russa. Valerya admite que, no período em que esteve radicalizada, compartilhou propaganda jihadista no ambiente on-line. Um estudo intitulado “Conectividade das mulheres em redes extremas”, feito por cientistas da Universidade de Miami, ofereceu um vislumbre sobre o protagonismo das mulheres no estabelecimento de conexões com outros militantes do EI e na facilitação da disseminação de material extremista.

O fenômeno é abastecido pela sensação de não pertencimento à sociedade ocidental e de alienação, além de restrições às práticas religiosas, com o uso do niqab (véu islâmico).

Autor da pesquisa e professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Miami, Stefan Wuchty explicou à reportagem que, com a ajuda da equipe, analisou a topologia da Vkontakte a partir de grupos de seguidores do EI. “Nós descobrimos que as mulheres se conectaram mais, umas com as outras, em grupos relacionados ao EI; ou seja, detinham uma alta centralidade de intermediação.

Um fórum de discussão prevaleceu durante mais tempo no VKontakte quando mais mulheres o seguiam.” Wuchty e os colegas entraram em contato com simpatizantes da facção jihadista e, ao considerarem o registro de tempo da informação on-line, mediram o impacto de homens e de mulheres nas redes extremistas. Segundo Wuchty, os nós com alta centralidade de intermediação são fundamentais para a integridade de uma rede.

Em tese, se as mulheres deixarem de exercer o atual papel nos ambientes jihadistas virtuais, a rede pode se partir em pedaços. Os especialistas acreditam que entender a função delas em grupos relacionados ao EI pode revelar meios de enfraquecer o extremismo on-line.

“Uma das coisas mais surpreendentes para nós foi o fato de que as mulheres atuam como uma cola bem mais forte do que os homens, no sentido de manter coesa a rede de propagação de material jihadista, mesmo quando se encontram em minoria”, afirmou ao Correio o colombiano Pedro David Manrique, pós-doutorando do Departamento de Física da Universidade de Miami e coautor da pesquisa.

Estereótipo 

“Nosso estudo olha para a dinâmica das redes on-line e offline, por meio do prisma de análises de rede”, comentou Manrique. No caso do EI, as chamadas centralidades foram esmiuçadas para investigar a rede de indivíduos que compartilham material pró-jihasistas. A análise forneceu informações sobre a conectividade e ofereceu insights sobre o benefício em potencial de um ator ou grupo de atores para a rede.

De acordo com o coautor, as conclusões da pesquisa derrubam, em parte, o estereótipo segundo o qual, à medida que a situação se torna mais perigosa e agressiva, os homens se sobressaem. “Em redes operando sob condições extremas, acreditava-se que os homens manteriam todo o processo coeso. Nós descobrimos a tendência oposta”, disse. Além das redes online pró-EI no VKontakte, os cientistas monitoraram redes offlline de insurgentes associados ao Exército Republicano Irlandês Provisório (PIRA), que se autoproclama herdeiro do IRA. E constaram que, assim como no site russo, a conectividades das mulheres era superior àquela desempenhada pelos homens.

Magnus Ranstorp, especialista em terrorismo pelo Colégio de Defesa Nacional da Suécia, lembra ao Correio que há dois tipos de mulheres recrutadas pelo EI: as jovens, que acabam se casando com militantes; e as mais velhas, cuja função é a de alistar outras mulheres. “Elas fornecem apoio em trabalhos administrativos, são as responsáveis pela manutenção das redes sociais, mas também atuam como donas de casa”, observa.

“As mulheres quase sempre têm uma noção utópica e romântica de viver no chamado califado islâmico. Elas apoiam os mujahedine (guerrilheiros islâmicos) ao dar suporte à família jihadista. Quando os homens vão para o front, elas vivem com outras mulheres. As viúvas, por sua vez, costumam se mudar para Manbij, uma cidade ao norte de Raqqa, agora sob controle das forças anti-EI.”


No ambiente virtual, inclusive no VKontakte, as mulheres produzem campanhas publicitárias controladas pelo EI e iniciativas de recrutamento. “Elas também traduzem páginas da mídia, como as revistas Dabiq e Dar-ul-Islam, uma publicação em francês”, afirmou Ranstorp.


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A misteriosa Babushka Lady e a morte de JFK!

Durante as análises da filmagem do assassinato de John F. Kennedy em 1963, foi descoberta uma mulher misteriosa vestindo um, sobretudo marrom e um lenço na cabeça! Os peritos colocaram o apelido dela de babushka. Queque em russo quer dizer vovózinha. Ela parecia ter algo na frente do rosto, como uma câmera. Ela apareceu muitas vezes na filmagem e permaneceu na cena do crime depois que a maioria das pessoas já tinham ido embora. Em seguida ela foi vista indo em direção a rua Elm. O FBI pediu publicamente à mulher que se apresentasse e entregasse a filmagem que teria feito, mas ela nunca o fez. Houveram alguns trapaceiros, mas até então ninguém sabe quem é Lady Babushka. Não sabemos o porquê de ela estar presente no tiroteio ou mesmo por que tenha se recusado a entregar as provas que tinha registrado. Horas e dias depois do assassinato de John F. Kennedy, os policiais não paravam de procurar por imagens e vídeos do ocorrido. Essa senhora foi achada em várias fotos tiradas no local. Ela parece ter imagens raras e bastante necessárias para resolver o caso, mas está escondida e nunca revelou sua identidade.
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As fotos em que ela é vista foram tiradas pela fotógrafa Marie Muchmore, que fazia cobertura do desfile. Marie dizia que a senhora fugia das outras câmeras, e de repente sumiu no meio da multidão. A fotógrafa também revelou que a mulher de babushka era a única que parecia calma durante a correria e simplesmente andava serenamente no meio do povo em pânico.




Detalhe da foto abaixo... , a única pessoa que aparece calma sem se abalar, apesar de todos saberem do risco de se levar um tiro ela permanece em pé! Estado de choque? A atitude  é de alguém que foi treinada ou habituada com barulho de armas ou treinamento  militar, mas se teve saberia que em caso de disparos de arma de fogo de local indefinido, a decisão seria se abrigar em caso de local aberto deitar no solo! Então essa sua calma seria vinda pelo simples fato de que, de alguma forma sabia antecipadamente do que estava acontecendo? Estaria ela envolvida de alguma forma!



Onde foi parar a única testemunha, que viu e registrou em vídeo ou foto, cenas tão próximas? Seria ela uma agente Russa? Por isso o apelido Babushka dado pelo FBI ? Esse é mais um mistério da Morte de John F. Kennedy!
Assista o video em espanhol no Youtube


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO EM MASSA UTILIZADAS DIARIAMENTE CONTRA VOCÊ

Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias mais comuns de manipulação em massa através dos meios de comunicação de massa“

Noam Chomsky é um linguista, filósofo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano, reverenciado em âmbito acadêmico como “o pai da linguística moderna“, também é uma das mais renomadas figuras no campo da filosofia analítica.(Fonte)

Chomsky elenca estratégias utilizadas diariamente há dezenas de anos para manobrar massas, criar um senso comum e conseguir fazer a população agir conforme interesses de uma pequena elite mundial.

Qualquer semelhança com a situação atual do Brasil não é mera coincidência, os grandes meios de comunicação sempre estiveram alinhados com essas elites e praticam incansavelmente várias dessas estratégias para manipular diariamente as massas, até chegar um momento que você realmente crê que o pensamento é seu.

1. A estratégia da Distração

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes.

A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, economia, psicologia, neurobiologia e cibernética.

“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais“

2. Criar problemas e depois oferecer soluções

Este método também é chamado “problema-reação-solução“. Se cria um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar.

Por exemplo: Deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas desfavoráveis à liberdade.

Ou também: Criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos. (qualquer semelhança com a atual situação do Brasil não é mera coincidência)

3. A estratégia da gradualidade

Para fazer que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Foi dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990:

Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4. A estratégia de diferir

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária“, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.

É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente.

Depois, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “amanhã tudo irá melhorar” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5. Dirigir-se ao público como crianças

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental.

Quanto mais se tenta enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como as de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.”

6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e finalmente no sentido crítico dos indivíduos.

Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.

7. Manter o público na ignorância e na mediocridade

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.

“A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser revertida por estas classes mais baixas.

8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade

Promover ao público a crer que é moda o ato de ser estúpido, vulgar e inculto.

9. Reforçar a auto-culpabilidade

Fazer com que o indivíduo acredite que somente ele é culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, suas capacidades, ou de seus esforços.

Assim, no lugar de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E, sem ação, não há questionamento!

10. Conhecer aos indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem

No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes.

Graças à biologia, a neurobiologia a psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado sobre a psique do ser humano, tanto em sua forma física como psicologicamente.

O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que o dos indivíduos sobre si mesmos.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Cientistas provam que a alma existe e dizem: ''A alma não morre, mas retorna ao universo''

Dois cientistas de renome internacional dizem que podem provar a existência da alma.
O médico estadunidense, Dr. Stuart Hamerroff e o físico britânico, Sir Roger Penrose, desenvolveram uma teoria quântica da consciência, que afirma que nossas almas são contidas dentro de estruturas chamadas de microtúbulos, os quais vivem dentro de nossas células cerebrais.

A idéia se origina da noção de que o cérebro seja um computador biológico, “com 100 bilhões de neurônios cujos disparos axonais e conexões sinápticas agem como redes de informação“.

O Dr. Hameroff, que é Professor Emérito dos Departamentos de Anestesiologia e Psicologia e Diretor do Centro de Estudos da Consciência da Universidade de Arizona, e o Sir Roger, têm estado trabalhando na teoria desde 1996.

Eles alegam que as nossas experiências da consciência são o resultado dos efeitos da gravidade quântica dentro dos microtúbulos – um processo que eles chamam de redução objetiva orquestrada (Orch-OR).

Em uma Experiência de Quase-Morte, os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação dentro deles não é destruída.  Ou, em termos compreensíveis aos leitos, a alma não morre, mas retorna ao universo.

O Dr. Hameroff explicou a teoria extensivamente em um documentário narrado por Morgan Freeman, chamado “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca), que foi levado ao ar recentemente pelo Science Channel nos Estados Unidos.

“Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico.  A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo“, disse o Dr. Hameroff.

“Se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz ‘Eu tive uma experiêcia de quase-morte“, continuou o Dr. Hameroff.

Caso o paciente morra, seria “possível que esta informação quântica exista fora do corpo por tempo indeterminado – como uma alma“.

O Dr. Hamerof acredita que novas descobertas sobre o papel da física quântica nos processos biológicos, tais como a navegação de pássaros, ajudam a confirmar a teoria. 


Fonte: Daily Mail 

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A história do navio nazista que hoje serve ao governo dos EUA


quinta-feira, 14 de agosto de 2014

STAR WARS FAN GIFS



                                                          Fonte:http://papermagazine.tumblr.com/