sexta-feira, 7 de março de 2014

Um sagrado presente de cura musical para a humanidade




ÊXTASE MUSICAL Um presente de cura para a humanidade Música celestial de João Cota-Robles através de Frederic Delarue "A frequência desta música Celestial se comunica com a inteligência divina do corpo em um nível celular, aumentando a consciência de cada célula. Como a música acalma e conforta as células, é reforçada a capacidade natural do corpo para curar-se. "Esta música sacra é compatível e funciona em harmonia com cada modalidade de cura ou tratamento médico, que uma pessoa pode optar por experimentar. A música ressoa com uma bênção adicional para quem está a lidar com qualquer forma de câncer. "Essa música é um presente do alto e é nunca a serem comprados ou vendidos. Por favor partilhe esta informação com toda a gente que se sente beneficiariam com este dom sagrado da música Celestial." João Cota-Robles

João disse que esta música está codificada com frequências de cura que a humanidade não foi capaz de alcançar até agora. Isto está sendo feito possível por causa da expansão da chama tripla da humanidade, o retorno de nosso Deus mãe e seu monumental influxo do amor divino transfigurado. Ele disse para mim e Frederic disponibilizar a maior resolução possível da música para a humanidade. Caso contrário, alguns dos novos tons curativas podem ser perdido.

João disse que a companhia do céu vai ajudar quem quiser a música para ter acesso a ele através de seu próprio computador ou através do computador de alguém que eles conhecem. Ele disse que tudo está em ordem divina; Tudo Frederic e precisa fazer é disponibilizar a música através da resolução mais alta possível para quem quiser experimentá-la.


Esta música não pode ser comprada ou vendida, mas sim compartilhada só assim as propriedades de cura do pai celeste, nosso DEUS criador contidas nas frequências desta música celestial serão plenas!

" O CD completo de Êxtase Musical tem 62 minutos de duração. Vocês podem baixar esta música sagrada GRATUITAMENTE do do site da minha mãe: www.FredericDelarue.com "O download do mp3 grátis também está disponível no site do Frederic Delarue: www.eraofpeace.org
João Cota-Robles
*09/04/1968 +29/12/2010



sábado, 1 de março de 2014

Pai e Filho

Esse vídeo resume a essência e complexa relação de pai e filho e a difícil tarefa de entendimento e compreensão e amor! 



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O enigma da mulher que descongelou

Em ocasiões, a natureza do corpo humano surpreende-nos superando com sobras os limites do que consideramos normal, e este caso é um exemplo perfeito do que estou falando. Imaginem, Lenby, Minnesota, EUA. Em uma tremendamente fria manhã de inverno de 1981, um garoto de 19 anos descobre sua vizinha adolescente Jean Hilliard tombada na neve. Todo seu corpo está rígido e congelado, já que permaneceu à intempérie toda a noite a uma temperatura de até 25ºC abaixo de zero.

O enigma da mulher que descongelou

Aparentemente Jean teve um acidente em seu carro, que patinou no gelo, e tentou desesperadamente atingir a casa de seu vizinho em busca de ajuda. Quando este encontrou seu corpo, chamou imediatamente os paramédicos que levou-a rapidamente ao hospital local, onde seu estado assombrou aos médicos. Uma das enfermeiras afirmou que Jean estava tão fria, que era como se tivessem tirado-a de um congelador" e que "seu rosto estava absolutamente branco, tinha a palidez dos mortos”. Jean sofria de hipotermia severa e os médicos não conseguiam mover ou dobrar nenhuma de suas articulações.

O pessoal do hospital fez todo o que pôde, mas sua situação era extrema. Ainda no caso de que Jean viesse a recuperar a consciência, muito provavelmente seu cérebro teria sofrido danos severos. Ademais, o grau de congelamento era tal, que os médicos pensavam em amputar ambas pernas. Sua família não podia fazer nada, salvo esperar um milagre.

Duas horas mais tarde, Jean sofreu violentas convulsões e recuperou a consciência. Encontrava-se perfeitamente tanto mental como fisicamente, ainda que um pouco confusa. Inclusive o congelamento foi desaparecendo lentamente de suas pernas, para assombro dos médicos. Quarenta e nove dias depois recebeu alta sem perder nem uma unha, e com apenas algumas manchas pelo corpo.

Fonte : New York Times


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

PESQUISA DA MARINHA SOBRE AGENTE BIOQUÍMICO NATURAL É PATENTEADA NOS EUA

Pesquisa da Marinha sobre agente bioquímico é patenteada
Foto :IEAPM / MB

Pesquisa desenvolvida pela Marinha do Brasil sobre tintas marítimas anti-incrustantes teve patente aprovada nos Estados Unidos. O projeto, conduzido pelo Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), consiste no uso de um agente biocida isento de metais nas tinturas utilizadas em estruturas submersas e flutuantes. O estudo foi feito em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade Federal Fluminense (UFF).

A pesquisa, iniciada em 2004 no Instituto de Química da UFRJ, alcançou êxito ao sintetizar o agente biocida a partir de matéria-prima natural, nacional e de baixo custo: um subproduto do refino de óleo de soja. O agente poderá ser utilizado em escala industrial em revestimentos e tintas subaquáticas, protegendo contra os efeitos danosos da bioincrustração em cascos de embarcações, boias, plataformas de petróleo e dutos submersos.

Para o comandante William Romão Batista, engenheiro e pesquisador da Marinha, a obtenção da patente concretiza um ciclo de pesquisas em produtos naturais anti-incrustantes desenvolvidos pelo IEAPM. “Este é o grande passo para termos, no futuro, disponível no mercado, tintas para cascos de navios e plataformas de petróleo, com eficaz ação anti-incrustante e isentas de substâncias nocivas ao meio ambiente marinho”, avaliou o comandante.

De acordo com Romão Batista, por ser um produto natural, isento de elementos metálicos e com ação bactericida e algicida (contra algas), o agente biocida poderá também ser utilizado nas áreas médica, agrícola e pecuária.

A pesquisa

A bioincrustação marinha é resultado do processo natural de colonização e crescimento de micro e macro-organismos sobre superfícies submersas, ocasionando problemas logísticos e prejuízos econômicos, como o entupimento de canalizações, podendo comprometer estruturas de plataformas, pilares e tubulações.

O produto desenvolvido pelo IEAPM da Marinha foi testado experimentalmente durante oito meses em placas metálicas submersas pela empresa brasileira International Tintas S.A. A tinta anti-incrustante demostrou alta resistência e durabilidade, com uma vida útil maior que as tintas marítimas comercializadas atualmente – que gira entre seis meses e dois anos

Já tramita no IEAPM o pedido de uma nova patente junto à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha, que deverá ser enviado ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Esta nova patente está relacionada à evolução da síntese e da característica físico-química do biocida inicialmente sintetizado. O objetivo dos pesquisadores é fechar parcerias com indústrias interessadas na produção do agente.

fonte: Defesanet


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Encontrando o mamífero que sobreviveu aos dinossauros

Jeremy Hance, mongabay.com
Traduzido por Vitor Visconti 


Solenodonte-do-Haiti 
Fêmea do solenodonte-do-haiti capturada por Nicolas Corona na República Dominicana. Está esperando que instalem um rádio-colar nela. Foto de Tiffany Roufs.
foto : mongabay.com

Fêmea do solenodonte-do-haiti capturada por Nicolas Corona na República Dominicana. Está esperando que instalem um rádio-colar nela. Foto de Tiffany Roufs. 

Então, aqui estou eu, correndo à noite numa floresta a mais de 3.200 quilômetros de casa. Essa floresta – seca, robusta e espinhenta o suficiente para arrancar sangue – fica apenas a poucos quilômetros ao norte de uma cidade rural do extremo oeste da República Dominicana, na fronteira com o Haiti. Eu estou seguindo – ou tentando acompanhar – um caçador local e guia enquanto procuramos por um dos mamíferos mais bizarros do mundo. Poucas pessoas ouviram falar, muito menos viram esse animal; até mesmo a maioria dos Dominicanos não o reconhece imediatamente por seu nome ou fotografia. Mas estou obcecado por ele há mais de seis anos: é denominada solenodonte, mais especificamente, solenodonte-do-haiti, ou Solenodon paradoxus, seu (bastante apropriado) nome científico. 

Ao longo floresta há uma trilha amarelada, cheia de vegetação, mas não a usamos. Em vez disso, meu guia – a versão dominicana do Indiana Jones – rapidamente adentra na floresta movendo-se como um fantasma através dos galhos, vinhas, espinhos, para cima e para baixo de escarpas, dentro e fora de ravinas secas. Não me movimento como esse homem - Nicolas Corona - bato, tropeço, me arranho e caio durante o trajeto na floresta. Nos lugares em que Nicolas pula de um barranco a outro, ou simplesmente se agita de uma ponta a outra de uma árvore caída, eu caio dos barrancos e tenho que rastejar para seguir adiante. Nos lugares em que abre caminho através das moitas de amoras, me enrosco. Uma vez estava tão enroscado, que a cada passo que dava para frente, descobria outra videira que não cedia: em volta da minha perna, do meu peito. Sou um palhaço ao lado de um tipo de divindade do Olimpo. 

Solenodonte livre usando o rádio-colar. Foto de Tiffany Roufs.
Solenodonte livre usando o rádio-colar.
Foto de Tiffany Roufs. 

Apesar dos perigos, a floresta seca que estamos percorrendo é inesperadamente encantadora. Uma planta verde, não é grama, mas parece um trevo, conhecida como Bacoppa monnieri, cobre o chão nessa época do ano. Pequenas árvores que balançam se curvam à nossa volta. Grandes pedras se projetam para fora do solo, e às vezes um amontoado cria uma pequena montanha. Há caracóis com cascos belamente coloridos e parecidos com conchas pendurados nas árvores. Toda hora ouvimos um zumbido quando um pássaro, em algum lugar perto de nós, levanta voo assustado com o som de dois homens passando por seu lar. A floresta é quase como a de um hobbit, como se fosse feita para coisas pequenas. Alguém poderia imaginar antigas fadas e elfos, criaturas maliciosas vivendo aqui, e é por isso que ela parece um lugar tão próprio para o estranho e enigmático solenodonte com feições de muppet. 

Em grego, solenodonte significa “dente estriado”. Recebeu esse nome porque tem sulcos em seus dentes por onde injeta veneno, quase como uma cobra: é o único mamífero do mundo que pode fazê-lo. Mas isso não é de longe o fato mais incrível sobre uma criatura que muitas pessoas consideram um grande rato. Não, é isso: o solenodonte se divergiu de todos os outros mamíferos há 76 milhões de anos. Isso significa que enquanto dinossauros como o Tiranossauro Rex e o Tricerátops vagavam pela América do Norte, o solenodonte já tinha criado seu próprio nicho evolutivo, e então sobreviveu ao cataclismo, à invasão, à destruição, e hoje continua rondando pelas florestas da ilha caribenha Hispaniola (aonde estou) e Cuba, relativamente inalterado. Não é nem mesmo um roedor, em vez disso, pertence a uma ordem dos mamíferos (Soricomorpha) que incluí mussaranhos e toupeiras, mas continua diferente o suficiente para ter sua própria família: solenodontetiae. 

Falando em termos de evolução, o solenodonte é um dos mais velhos mamíferos da Terra; sua forma atual não é muito diferente daquela que o T- Rex teria alegremente ignorado há 76 milhões de anos. Ainda assim, enquanto o T- Rex desaparecia, de alguma forma esse pequeno e venenoso mamífero de focinho comprido conseguiu sobreviver ao asteróide que aniquilou os dinossauros, ao deslocamento do continente americano e das ilhas caribenhas, à chegada do primeiro povo, conhecido como Taino, à invasão de Colombo, e à subsequente transformação da ilha. Não é de se surpreender que esse animal foi apelidado de “o último sobrevivente”. 

Além de seu veneno, o solenodonte também exibe na ponta de seu focinho uma espécie rótula (apelidada de “os proboscis”) que é totalmente única no reino animal. Esse osso o permite mover seu longo e fino focinho habilmente enquanto toca o chão, quando busca insetos, aracnídeos e larvas. O interessante é que esse osso não é encontrado no solenodonte cubano, apenas no haitiano. Também já cogitaram que os solenodontes usam os seus estranhos sons de assobio e estalidos como uma ecolocalização para capturar suas presas no escuro. 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

CAMINHÃO DOS CÉUS PREPARA VOO

Dirigíveis, que já foram usados para transportar passageiros, serão fabricados por duas empresas para levar cargas pelo país

Foto: Site Defesanet
Uma tecnologia que caiu em desuso antes da II Guerra Mundial pode voltar como alternativa para tentar reduzir o caos no transporte de cargas no país devido à falta de infraestrutura adequada. Os dirigíveis, que já foram utilizados como meio de transporte e, mais recentemente, de publicidade, fazem parte de um projeto da Airship do Brasil para trazer contêineres vindos principalmente da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste, em vez de utilizar estradas.

A empresa é uma companhia formada pela associação do Grupo Engevix, que tem investimentos no polo naval de Rio Grande, e pela Transportes Bertolini. Para colocar o projeto em prática, cerca de R$ 120 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e cada uma das sócias entrou com mais R$ 20 milhões.

Atualmente, 25 pessoas trabalham na área de projetos da Airship, em São Carlos (SP) – onde estão estabelecidas a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), importantes centros de formação de engenheiros especialistas em Aeronáutica e aviação. O primeiro dirigível está em produção no município.

Operação deve começar no primeiro semestre de 2017

Paulo Vicente Caleffi, diretor de gestão da Bertolini, presidente da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Estado (Fetransul) e diretor da Airship, explica que pretende fazer o primeiro teste com o cargueiro ADB-3-30 em julho de 2016.

– Desde 1992, pesquisamos e há oito anos estamos em sociedade com o Grupo Engevix, em sigilo. Eu estive em 12 países para sondar o mercado. Já começamos a produção do primeiro dirigível, e no primeiro semestre de 2017 temos de estar navegando. Será uma revolução em termos de logística – empolga-se.

Os dirigíveis produzidos pela Airship devem ter cerca de 150 metros de comprimento, com capacidade de transportar até 54 toneladas – como comparação, uma carreta de dois eixos transporta cerca de 30 toneladas. O dirigível, inflado por gás hélio e com motores movimentados a óleo diesel, alcança velocidade de 125 quilômetros por hora, voando entre 400 metros e mil metros, com uma tripulação de até quatro pessoas. Segundo a empresa, a operação teria um preço próximo ao do frete de caminhão.

Em comunicado, a Airship informa que "inicialmente, a própria Bertolini será a principal cliente, utilizando o veículo para deslocar produtos de Manaus para as regiões Sul e Sudeste do país" e que os dirigíveis podem ocupar o mercado das hidrovias e ferrovias, modais que "o Brasil não usa adequadamente". 

Foto: Zero Hora
Fonte: http://www.defesanet.com.br/

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

ATLÂNTICO SUL - BRASIL APRESENTA PROPOSTA PARA EXPLORAÇÃO MINERAL


Arte - DefesaNet


O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) apresentou à Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISBA), plano de trabalho para exploração mineral de uma área de 3 mil km² localizada em águas internacionais do Atlântico Sul, numa região conhecida como Elevado do Rio Grande, situada a mais de 1.500 km da costa brasileira. A proposta brasileira que foi encaminhada à ISBA no dia 31 de dezembro, foi elaborada com base nos dados coletados pelo Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (PROAREA), que está sendo desenvolvido pela CPRM, com a finalidade de ampliar a presença do Brasil em águas internacionais do Atlântico Sul.

areadoelevadositecerta 1 Brasil apresenta proposta para exploração mineral no Atlântico Sul
Arte - DefesaNet

De acordo com Roberto Ventura, diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, estudos preliminares revelaram o potencial mineral da região, onde foram encontradas crostas ferromanganesíferas com indícios de ferro, manganês e cobalto. “Além do caráter estratégico, essa iniciativa brasileira traz em seu bojo a formação de recursos humanos e o desenvolvimento tecnológico”, avalia Ventura.

O diretor explica que a proposta apresentada à ISBA foi aprovada pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), tendo em vista, que os estudos feitos durante uma série de expedições realizadas pela CPRM na região nos últimos anos, indicarem o potencial mineral da área requerida. A expectativa é de que, a proposta brasileira seja aprovada ainda este ano.

Com a aprovação do plano de trabalho, o Brasil terá 15 anos para pesquisar com exclusividade o local escolhido. “Estamos iniciando uma nova fase nas pesquisas de geologia marinha, que envolvem o desenvolvimento de tecnologias para exploração dessas áreas”, destaca o diretor. Segundo ele, as pesquisas estão sendo realizadas por equipes multidisciplinares formadas em diversas áreas de conhecimento. Entre elas, geologia, biologia, geofísica, além de estudantes, para formar futuros pesquisadores.

“A ideia é permitir a iniciação cientifica, a geração de conhecimento e a capacitação de especialistas para que o país possa estar apto a pesquisar e explorar minerais em águas profundas”, diz o diretor. No total, o projeto envolve cerca de 80 pesquisadores de diversas instituições e conta com a parceria de universidades.

Nos últimos quatro anos foram investidos cerca de R$ 90 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nas pesquisas no Atlântico Sul. Para este ano estão previstos mais R$ 20 milhões; e para os próximos cinco anos R$11 milhões vão ser gastos em pesquisas na Elevação do Rio Grande, com a aprovação do pedido brasileiro pela ISBA.




quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

A DIFERENÇA DO ROLÊ E DO ROLEZINHO

O ROLÊ
imagem: http://www.urb.im/blog/participe/131219

Você liga ou posta pros seu amigos aqueles "firmeza" de longa data ou não, marca um ponto de encontro e se delicia com mais uma aventura! Pronto! O role é mais ou menos assim, ou pelo menos era !  Você saía , curtia, paquerava e  se divertia! Simples assim!!!



O ROLEZINHO

Alguém convoca um encontro, que acaba se transformando num grande evento! A quantidade é incerta,  aglutinam-se centenas de jovens! A grande maioria não se conhece e nunca se viu, o evento perde o controle e se torna baderna, vandalismo e furtos, são cometidos! A falta de controle é o que impera, mas o que chama a atenção é que muitas e muitas vezes o álcool é presente nas rodas de jovens que beiram 12 e 17 anos! Mas alguns ditos estudiosos se confundem e defendem essa orgia de vandalismo e álcool, talvez eles não saibam diferenciar! Os "organizadores" insistem, que têm o direito, de convocar esses eventos em locais particulares! Simples assim!?




sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

PINK FLOYD "The Dark Side of the Oz"

Dark Side of the Rainbow (em português, O Lado Sombrio do Arco-íris e também encontrado na internet como The Dark Side of the Oz) é o nome dado ao efeito criado ao tocar o álbum conceitual do Pink Floyd The Dark Side of the Moon de 1973 simultaneamente com o filme de 1939 O Mágico de Oz. O efeito consiste no fato de que há diversos momentos em que uma obra corresponde a outra, seja por parte das letras das músicas ou pela sincronia áudio-visual. O nome do efeito vem da combinação do título do disco (The Dark Side of the Moon seria O Lado Sombrio da Lua, uma metáfora para ilustrar os conceitos de lado negativo da mente e da vida) e da icônica canção do filme Over the Rainbow (Além do Arco-Irís).





História
Apesar de famoso, a origem do efeito é misteriosa, bem como as ocorrências que levaram à sua descoberta. Em 1994, fãs do Pink Floyd discutiram o fenômeno no grupo de discussão da Usenet alt.music.pink-floyd. Naquele ponto, já não mais se sabia de quem foi a idéia de combinar as duas obras.
Desde então, passou a ser constantemente abordado pela cultura popular. Em Agosto de 1995, um jornal em Fort Wayne, Indiana, publicou o primeiro artigo na grande mídia sobre a sincronicidade (o artigo pode ser lido na íntegra nesse site). Logo após, vários fãs começaram a criar sites aonde descreviam suas experiências, procurando catalogar os momentos de sincronia. O efeito ganhou mais notoriedade em Abril de 1997, quando um DJ de uma rádio de Boston discutiu o fenômeno no ar, levando a mais uma série de artigos na mídia e um segmento no MTV News.
Em julho de 2000, o canal à cabo Turner Classic Movies exibiu O Mágico de Oz com Dark Side como uma trilha-sonora opcional. Naquele mesmo mês, um episódio da segunda temporada da série animada Family Guy fazia menção ao efeito.
Várias bandas fizeram alusões ao fenômeno. Em Fevereiro de 2003, a banda de reggae Easy Star All-Star (especializada em fazer versões cover ao estilo dub) lançou um disco chamado Dub Side of the Moon, uma versão dub de Dark Side of the Moon, que alegava ter sido editado intencionalmente para ser "compatível" com O Mágico de Oz. Em Junho de 2003, a banda de rock alternativo Guster lançou um disco contendo uma canção chamada Come Downstairs & Say Hello, que abre com os versos "Dorothy moves/To click her ruby shoes/Right in tune/With Dark Side of the Moon." ("Dorothy se move/Fazendo barulho com seus sapatos cor de rubi/Conforme à melodia/de The Dark Side of the Moon"). Em junho de 2006, a tira cômica Born Loser trazia uma piada sobre um homem que ficou com dor-de-cabeça enquanto ouvia Dark Side of the Moon enquanto assistia O Mágico de Oz.



Sincronicidade
Os fãs já conseguiram compilar mais de 100 momentos de conexão entre o filme e o disco, incluindo algumas que são obtidas quando o disco é repetido para se encaixar com o excedente do filme. Por exemplo, o verso "balanced on the biggest wave" ("balançado na maior das ondas") de Breathe é cantando enquanto Dorothy balança em cima de um muro; "who knows which is which" ("quem sabe quem é quem") de Us and Them é cantado enquanto as bruxas boa e má se confrontam; "the lunatic is on the grass" ("o lunático está na grama") de "Brain Damage" é cantado enquanto o Espantalho, cujo corpo é preenchido com grama seca, age freneticamente como um louco; e as batidas de coração ressoam enquanto Dorothy encosta seu ouvido no peito do Homem de Lata.
Esse efeito de sinergia foi descrito como um exemplo de sincronicidade, definido por Carl Jung como um fenômeno aonde eventos coincidentes "parecem relacionados mas não podem ser explicados pelos mecanismos convencionais de casualidade". Detratores negam a veracidade do efeito, afirmando que o fenômeno é o resultado de uma tendência da mente de pensar que reconhece padrões desordenados por descartar informações que não se encaixam. Psicólogos se referem a essa tendência pelo nome confirmation bias. Sob essa teoria, o entusiasta de Dark Side of the Rainbow iria simplesmente se focar nos momentos coincidentes e ignorar um grande número de momentos aonde o filme e o disco não correspondem.

Acidental ou planejado?
Logo no começo do filme ...apenas meras coincidências !?

Na parte 03 a Música Time - Os Três tempos "Passado, Presente e Futuro"  

  Os membros do Pink Floyd repetidamente insistem que o fenômeno é pura coincidência. Em uma entrevista para o 25º aniversário do disco, o baterista Nick Mason negou que o disco foi escrito intencionalmente para ser sincronizado com Oz, dizendo que "Algum cara com muito tempo livre teve essa idéia de combinar O Mágico de Oz com Dark Side of the Moon" [1] . Em um especial da MTV sobre o Pink Floyd em 2002, a banda negou qualquer relação entre o disco e o filme, dizendo que na época da gravação de Dark Side não havia tecnologia para reproduzir o filme no estúdio ao mesmo tempo que gravavam o álbum. Em 3 de Março de 2006, na conferência Canadian Music Week, em Toronto, o engenheiro de som do disco, Alan Parsons, afirmou para a platéia durante uma sessão de perguntas-e-respostas de que não houve nenhum esforço de integrar o disco com o filme.
O álbum ao vivo P.U.L.S.E.(Editado em 1995), cujo set-list incluí Dark Side of the Moon na íntegra, traz algumas referências à sincronia. A fala masculina em Great Gig In The Sky, que originalmente dizia "I never said I was frightened of dying" ("Eu nunca disse que tinha medo de morrer"), mudou para "I never said I was frightened of Dorothy" ("Eu nunca disse que tinha medo de Dorothy"). A ilustração da capa - um disco imitando um globo ocular, com um sol sendo eclipsado substituindo a íris - traz escondida algumas imagens referentes ao filme, como uma ilustração de uma garota com sapatos vermelhos e a silhueta do Homem de Lata. Apesar de muitos acharem que essas referências fortalecem a teoria de que o efeito foi de fato planejado, a fala e as imagens podem ter sido idéia da Sony BMG, aproveitando o auge de euforia em torno do efeito na época - e provavelmente sem nenhum aval ou mesmo conhecimento do feito por parte de algum integrante da banda.

Reproduzindo o efeito
Real ou imaginado, o efeito é geralmente criado deixando pausado um CD do álbum logo no início, iniciando o DVD ou a fita com o filme em uma TV no mute, e despausando o CD quando o leão da MGM rugir pela terceira vez. (Note que em algumas versões do filme o leão é colorido. O leão em preto-e-branco é o correto para a sincronia). Deve ser posto em loop, sendo que o disco será tocado um total aproximado de duas vezes e meia para se encaixar com a duração do filme. Uma minoria de devotos afirmam que despausar o CD logo no primeiro rugido produz uma sincronia mais perfeita.
A maior parte dos usuários exploraram o fenômeno usando a cópia original ou o relançamento de 1994 do disco. A versão de 30º aniversário, de 2003, também pode ser usada. Note que a versão de 1994 de 20º aniversário do disco (a versão incluída no box Shine On) contém várias alterações nas marcações de tempo das faixas, então essa versão não vai criar o efeito Dark Side of the Rainbow.
Outro fator que pode afetar a qualidade da sincronia é a versão do filme. A versão em NTSC, usada nos Estados Unidos, dura 101 minutos, enquanto a versão em PAL, usada na Europa, dura 98 minutos (devido ao sistema de transferência de 25 frames por segundo, ao invés de 24). A versão recomendada é a NTSC.

Bom hoje temos o Youtube é mais fácil!!!

Fonte Wikipedia